A superlotação de presos nas delegacias de Fortaleza e a falta de vagas nas unidades prisionais, que fazem com que condenados perigosos passem para prisão domiciliar, são os assuntos que vão ser abordados em coletiva pelo Ministério Público. A entrevista está marcada para segunda-feira, 27, às 10 horas, na sede da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ).
Participam da coletiva os promotores de Justiça Iran Sírio, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias Criminais, Execuções Criminais e Controle Externo da Atividade Policial (Caocrim), e Evilázio Alexandre da Silva, da 3ª Promotoria de Justiça de Execução Penal e Corregedoria de Presídios.
Meu amigo eu acredito que neste caso o problema pode estar na morosidade do julgamento dos processos. Pessoas que deveriam estar livres estão presas aguardando julgamento e lotando as unidades prisionais e as delegacias. Penso que deve haver uma análise mais aprofundada deste assunto.
ResponderExcluirExcelente tema para discussão, meu amigo.